
quinta-feira, 22 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
CENTRO DO RIO: DESCASO COM O PATRIMÔNIO E A NOSSA HISTÓRIA !

Enviado por Felipe Sáles -
21.4.2010
5h03m
21.4.2010
5h03m
No dia 14 de fevereiro, durante o desfile do Cordão da Bola Preta, a passagem dos foliões chegou a derrubar uma das alegorias do Monumento aao Marechal Floriano Peixoto, na Cinelândia, em frente à Câmara Municipal.
No dia 19 de abril, o pesquisador Alex Belchior voltou ao local surpreendemente - ou, tristemente, com nem tanta surpresa assim - constatou que tudo continua do mesmo jeito dois meses depois da destruição.
"No dia 21 de abril de 2010 o monumento completa 100 anos e acho que ninguém lembrou dele.
Os monumentos da nossa cidade não tem nenhum valor pelo que vejo", comentou.
Na época do carnaval, o sobe e desce de foliões provocou a queda da alegoria.
E, dois meses depois...
terça-feira, 20 de abril de 2010
MONARQUIA - JUNTOS SOMOS FORTES !

Caríssimo Paulo,
Muito nos alegra e nos dá a certeza do caminho a ser trilhado, agradecemos a sua gentil adesão e solicitamos nos contatar via e-mail diretoriomonarquicodobrasil@gmail.com
Assim, poderemos melhor interargir e determinar uma estratégia de conclamação e cadastramento dos nossos pares, orientados pelo Amigo.
Saudações Monarquistas,
Marcelo Ferreira

Considerações Monárquicas, Apreciando seu blogspot,
MAIS UMA VEZ, pude observar um painel para votação, trazendo alternativas para a população se manifestar com respeito a Forma e o Sistema de Governo para o nosso lindo país.
Sugiro e coloco-me a disposição para que de maneira objetiva porém, simples façamos o cadastro de toda e qualquer pessoa que queira ser um monarquista em atividade, nos utilizando de cada monarquista já convicto e a partir dele possamos dentro de uma microrregião levantarmos os cadastros (planilha contendo dados).
Não devemos esperar, esperando; devemos esperar, trabalhando em prol do BRASIL IMPÉRIO.
PAULO-010
A FLOR FAVORITA DA PRINCESA ISABEL


As camélias são as flores das cameleiras, que são arbustos de origem asiática, da família das teáceas.
As cameleiras têm folhas grandes e flores igualmente grandes e muito vistosas.
São usadas em jardins requintados no mundo ocidental e comercializadas a bom preço…
Simbolizam amor crescente
(se alguém lhe oferecer uma camélia… já sabe).
O nome deriva do monge Camelli,
que as trouxe do extremo Oriente para a Europa.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
A RUA DA CARTOMANTE
Em 1884, aparecia na Gazeta de Notícias um dos mais populares contos de Machado de Assis, "A Cartomante", que narra a história de um triângulo amoroso terminando mal após os amantes seguirem os conselhos da profetisa, que lhes acenava um futuro cor-de-rosa.
A curta e brilhante narrativa, enredo de dois filmes e de especiais na TV, acontece em conhecido local da época, a rua da Guarda Velha (Treze de Maio), que, além de cenário do conto, tem um rico passado.
No início da colonização, a área que vai do Largo da Carioca até a Cinelândia compunha-se de uma lagoa, chamada de Santo Antônio após a construção do convento franciscano no morro em frente.
Local pouco habitado, iniciaria sua transformação depois da chegada dos religiosos, pois, entre as obrigações assumidas pelo governo da coroa com a ordem, incluía-se a construção de uma vala para sangrar as águas da lagoa, o que ocorreu em meados do século XVII.
Pouco a pouco, conquistava-se o terreno em favor da cidade.

A ainda machadiana rua da Guarda Velha (13 de maio) em 1900
A inauguração do chafariz da Carioca deu novo impulso à urbanização, e, finalmente, durante o governo de Gomes Freire (Conde de Bobadela, 1733-63), fez-se um aterro ligando a Carioca ao Largo da Mãe do Bispo (na Cinelândia), facultando a abertura de uma rua neste trajeto.
O povo a chamou de Rua Bobadela, homenageando seu governador. Iniciava junto ao chafariz, onde havia uma sentinela, destinada a evitar os tumultos entre os escravos que iam buscar água. Gomes Freire a transformou em posto policial, chamado pelo povo de Guarda Nova, em contraste com a anterior guarita da Guarda Velha, nome que com o tempo passou a ser também o da rua Bobadela.
Na época do Império, abrigou vários prédios importantes, como a Imprensa Nacional, o Teatro Lírico e o Liceu de Artes e Ofícios, que funcionou em uma casa construída em 1816 por José Lobato, guarda-jóias de D. João VI.
Este mesmo local foi invadido em 1823 por D. Pedro I acompanhado por soldados, para desbaratar a sociedade secreta "O Apostolado", fundada por José Bonifácio.
Suspeitava estarem tramando seu assassinato, a partir de denúncia anônima.
No dia seguinte, o patriarca da Independência é demitido, partindo para o exílio alguns meses depois.
Próximo ao local ficava a talvez primeira fábrica de cerveja do Brasil, inaugurada em 1863.
A Cervejaria da Guarda Velha, assim chamada popularmente, colocou em seu jardim algumas mesas e cadeiras, onde seus clientes podiam saciar a sede.
Para incrementar ainda mais o negócio, contrataram-se músicos, o que acabaria originando o Café-Concerto da Guarda Velha.
Freqüentado por artistas de diversas nacionalidades, transformou-se em um dos locais mais movimentados da vida noturna do século XIX.
Em 14 de maio de 1888, a Guarda Velha recebeu seu nome atual, 13 de Maio, em homenagem à Lei Áurea, assinada um dia antes.
Pouco reconhecível hoje em dia, sua história nos fala de uma cidade mais pitoresca e tranqüila, com suas ruas e sobrados a evocar imagens de personagens envoltos em romance e mistério.
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