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quarta-feira, 7 de julho de 2010

PRINCESA DIANA, DEPOIS DE MORTA E ACLAMADA, NÃO É PERDOADA PELA RAINHA ELIZABETH II

publicado em 07/07/2010 às 07h25:

Família da princesa Diana começa a vender itens para manter propriedade



Dinheiro arrecadado irá para instalações dos Spencer em Althorp








Foto por Frantzesco Kangaris/02.07.2010/AFP



Funcionária da casa de leilões Christie’s em uma carruagem,



um dos elementos do leilão que dura até esta quinta-feira (8)





A família da princesa Diana vendeu nesta terça-feira (6) uma importante obra do pintor flamengo Peter Paul Rubens, O Comandante sendo Armado para a Batalha, por R$ 24 milhões (US$ 13,5 milhões).



A tela, que especialistas acreditam representar Carlos V, imperador do Sacro Império Romano Germânico, foi vendido a um comprador particular que optou pelo anonimato na casa de leilões Christie's.



O quadro estava em uma casa da famíla em Althorp, onde a princesa Diana passou a infância, no centro da Inglaterra.



Esta foi uma das primeiras peças vendidas de um conjunto que também inclui móveis e outras obras de arte.

O leilão termina nesta quinta-feira (8).



Diana, morta em um acidente de carro em Paris em 1997, está sepultada em Althorp, que abriga uma exposição permanente sobre sua vida.



Uma pintura do artista Il Guercino, O Rei Davi, foi vendida por R$ 13,3 milhões (US$ 7,5 milhões).



A família espera arrecadar mais de R$ 53,3 milhões (US$ 30 milhões) com as vendas para ajudar na restauração de Althorp.



O QUE SEUS FILHOS

FAZEM QUE NÃO

PRESERVAM O

PATRIMÔNIO  E  A


MEMÓRIA  DA 


 INESQUECÍVEL


PRINCESA DIANA ?

segunda-feira, 5 de julho de 2010

O CHAFARIZ DAS SARACURAS

O Chafariz das Saracuras

05/07/2010 - 09:45

Enviado por: Paulo Pacini
JB



Em 1911, com a demolição iminente do Convento da Ajuda, foi revelada ao público uma jóia do período colonial, um chafariz interno, que havia sido protegido dos olhos profanos por mais de um século por força do regime de clausura.


Batizado alguns anos antes como Chafariz das Saracuras pelo historiador Vieira Fazenda, era composto por agradável combinação de engenho e estética.



De formato circular, tinha quatro escadas na base, e mais acima uma taça de pedra que recebia a água jorrando dos bicos de quatro saracuras de bronze em um obelisco.

O líquido desaparecia e ressurgia pela boca de quatro tartarugas, que enchiam quatro pias de pedra, utilizadas pelas freiras para lavagem de roupa e outras necessidades cotidianas.





Últimos dias do chafariz no convento em foto de Malta de 1911



O chafariz foi uma dádiva do vice-rei Conde de Rezende às religiosas da Ajuda, e, inaugurado em 1799, prestou serviços até o desaparecimento do convento, sendo então doado à municipalidade, que o colocou na Praça General Osório, em Ipanema, bairro que nascia para o mundo.

Durante alguns anos a obra foi respeitada, mas, longe do abrigo e exposto à sempre atuante legião de vândalos, já na década de 1930 teve uma das saracuras roubadas, sendo as remanescentes retiradas.



Há quase cem anos as águas não correm mais no belo chafariz, vítima de tempos duros, em que monumentos desse tipo pouca chance têm de sobreviver incólumes e em seu esplendor original, excetuando-se aqueles protegidos em parques de acesso controlado e com vigilância permanente.



PREFEITURA DO RIO: ABANDONA A HISTÓRIA DO BRASIL . . . UMA VERGONHA EDUARDO PAES !

Em Ruínas




Leitor fotografa jardins na Quinta da Boa Vista em péssimo estado de conservação

Publicada em 04/07/2010 às 13h05m

Texto e fotos do leitor Roberto Pederneiras

O GLOBO



RIO - As imagens parecem ser de ruínas na Grécia antiga, mas não é nada disso, estas são fotos da Quinta da Boa Vista, no bairro de São Cristóvão, Zona Norte do Rio, onde se encontram o Jardim Zoológico da cidade e o Museu Nacional.


Nos jardins do Palácio Imperial está tudo assim, mal conservado.


Se não é na Zona Sul, a Prefeitura demora a perceber que os locais precisam de reparo.





quinta-feira, 1 de julho de 2010

Casamento entre princesa Victoria da Suécia e Daniel Westling


Casamento entre princesa Victoria da Suécia e Daniel Westling

Estocolmo, 19 jun (EFE)



- O casamento entre a princesa herdeira Victoria da Suécia e seu prometido, o empresário sueco Daniel Westling, começou hoje às 10h30 (horário de Brasília) na catedral de São Nicolau de Estocolmo.

O arcebispo Anders Wejryd, líder da Igreja Luterana sueca, é o encarregado de oficiar a cerimônia, que durará uma hora e à qual assistem 1,2 mil convidados, entre membros da realeza europeia, familiares e amigos do casal, além de autoridades e representantes do mundo empresarial e da cultura da Suécia.

Victoria estava com vestido branco pérola de veludo de manga curta desenhado pelo sueco Pär Engsheden, e a tiara e o véu usados pela sua mãe, a rainha Silvia, em seu casamento em 1976.

Daniel Westling buscou a noiva na metade do corredor, até onde a acompanhou seu pai, o rei Carlos XVI Gustavo, e continuou com ela até o altar.


A Casa Real espanhola foi representada no casamento pela rainha Sofia.

Depois da cerimônia religiosa, o casal percorrerá o centro de Estocolmo em uma carruagem aberta.

A previsão da Polícia é que 250 mil pessoas acompanhem o cortejo pelas ruas da capital sueca.


O banquete nupcial, que será no Palácio Real de Estocolmo, começará às 15h (no horário de Brasília).




A princesa Victoria da Suécia chega à catedral de São Nicolau de Estocolmo, na Suécia.

Estocolmo celebra neste sábado (19) o casamento da princesa herdeira Victoria da Suécia com seu ex-professor de ginástica Daniel Westling.



Participaram da cerimônia cerca de 1.200 convidados, entre membros da realeza europeia, familiares e convidados






A princesa Victoria da Suécia beija a mão de Daniel Westling, durante a cerimônia




Os príncipes herdeiros de Liechtenstein, Alois e Sofia chegam à catedral de São Nicolau de Estocolmo




Os príncipes herdeiros da Holanda Willem Alexander e Máxima



Os príncipes Mette-Marit e Haakon da Noruega


O príncipes Alexander (esq.) e Catarina da Sérvia



A princesa Martha Louise da Noruega e seu marido Ari Behn


A infanta Elena, da Espanha



Os príncipes herdeiros Maria e Frederick da Dinamarca




O príncipe Albert Mônaco e Charlene Wittstock



As rainhas Beatrix da Holanda (esq.) e Silvia da Suécia (centro)

DEPUTADO JOÃO PEDRO E A FERROVIA PRÍNCIPE DO GRÃO-PARÁ


quarta-feira, 30 de junho de 2010

A RUA DO HOSPÍCIO



28/06/2010 - 12:36 Enviado por: Paulo Pacini


No início do século XVIII, chegava ao Rio um grupo inesperado de frades capuchinhos, que, segundo relatos, dirigia-se para a Ilha de São Tomé quando uma tempestade os fez perder o rumo.


O governador Aires de Saldanha, sem ter onde alojá-los, aceitou a oferta de João Machado Pereira e os enviou para sua ermida, dedicada a N.Sª da Conceição, situada na rua Domingos Manuel (Rosário) com Ourives (Miguel Couto).


O abrigo dos frades, nos fundos da ermida, passou desde então a ser conhecido como Hospício (hospedagem).



Buenos Aires, ex-Hospício, uma das mais conhecidas ruas do Rio


Junto a este, desde o século anterior, existia uma pequena rua, estendendo-se desde a Quitanda até as proximidades da Vala (Uruguaiana).


Conhecida como Rua da Portuguesa ou Margarida Soares, passaria a se chamar Rua Detrás do Hospício a partir da estada dos capuchinhos.


Após estes partirem para a ermida do Desterro (Lapa) e posteriormente construírem casa própria na rua dos Barbonos (Evaristo da Veiga), a antiga via continuou sua expansão rumo ao interior, já alcançando o Campo de Santana quando a côrte portuguesa chegou em 1808.


Nessa época, a outra extremidade já se comunicava com a rua Direita (1º de Março).


Originalmente de uso misto, com lojas e moradias, como a maioria então, é hoje uma das ruas de comércio mais ativo, especialmente após as reformas que conquistaram mais espaço para os pedestres.


Buenos Aires desde 1915, a antiga Rua do Hospício continua sendo neste novo século uma das mais conhecidas e famosas do centro do Rio de Janeiro.

segunda-feira, 28 de junho de 2010