sábado, 9 de março de 2013
quinta-feira, 7 de março de 2013
ACRJ - “BICENTENÁRIO DO VISCONDE DE MAUÁ”
Rio de Janeiro, 05 de março de 2013
Ao Senhor
Marcelo Roberto
Ferreira
Chanceler do Diretório
Monárquico do Brasil – Fundado em 1890
Prezado Senhor,
A Associação Comercial do Rio de
Janeiro – ACRJ, ao longo de sua história consolidou-se como relevante fórum de
debate de ideias e projetos, sempre buscando a interação entre a sociedade
civil, iniciativa privada e governo.
Neste contexto, tenho a grata
satisfação de convidar Vossa Senhoria juntamente com
vinte aspirantes da Escola de Marinha Mercante para a Reunião Ordinária
do Conselho Empresarial de Segurança Pública, Ética e Cidadania quando
nessa ocasião será uma
feita homenagem à Contra-Almirante Dalva Maria Carvalho Mendes,
primeira mulher a ocupar a patente de oficial-general da história das Forças
Armadas.
A referida Reunião contará também com a
palestra sobre o tema “BICENTENÁRIO DO VISCONDE DE MAUÁ”, com o Professor Eduardo André Chaves Nedehf, Marquês de Viana (tetraneto do Visconde de Mauá) e
Chanceler da Sociedade Memorial Visconde de Mauá – RJ, e será realizada no próximo dia
11 de março, segunda-feira, às 16 horas, na ACRJ – Palácio do Comércio, Rua
Candelária, 9/12º andar, Centro – RJ.
Na expectativa da presença de
Vossa Senhoria e de seus convidados, quero, em
nome de toda a Diretoria desta entidade e em meu nome pessoal, renovar as
expressões de alta consideração e apreço.
Atenciosamente,
Francisco Luiz Cavalcanti da Cunha
Horta
Presidente
Conselho Empresarial de Segurança Pública, Ética e
Cidadania

Márcia
Paz
COPEM
- Conselhos Empresariais
Associação
Comercial do Rio de Janeiro
(21)
2514-1239
www.acrj.org.br
Imprima este
documento somente se necessário.
Menos papel,
mais árvores.
quarta-feira, 6 de março de 2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Dez verdades sobre a família imperial que não estão nos livros de História
Dez verdades sobre a família imperial que não estão nos livros de História
Exames realizados em ossadas revelam segredos sobre Dom Pedro I e suas mulheres
18 de fevereiro de 2013 | 12h 40
Edison Veiga e Vitor Hugo Brandalise - O Estado
de S. Paulo
Veja
também:
SÃO PAULO - Os exames
realizados nas ossadas da família imperial brasileira revelam fatos
desconhecidos - e agora comprovados cientificamente - sobre Dom Pedro I e suas
duas mulheres, as imperatrizes Maria Leopoldina e Amélia.
Confira abaixo dez verdades reveladas pela arqueóloga Valdirene
do Carmo Ambiel e por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP sobre os
ilustres personagens históricos.
1. Dom Pedro
I foi realmente enterrado - e não cremado, como afirma texto exposto no interior
do Monumento à Independência, no Ipiranga, que abriga a cripta com os restos
mortais do imperador e das duas imperatrizes. O estudo arqueológico na cripta
afasta de vez a suspeita de que não haveria corpos ali.
2.
A segunda mulher de Dom Pedro I, Dona Amélia de Leuchtenberg, foi
mumificada. Seu corpo está preservado, inclusive cabelos, unhas e
cílios.
3. Dona Leopoldina não teve o fêmur quebrado.
Acreditava-se que ela teria caído - ou sido derrubada por Dom Pedro - de uma
escada e sofrido uma grave fratura, que teria culminado em sua
morte.
4. Dom Pedro I sofreu fraturas em quatro
costelas. A causa seriam duas quedas de cavalo, em 1823 e 1829 - ele era um
apaixonado por velocidade.
5. Dona Leopoldina foi
enterrada com a mesma roupa com que foi coroada imperatriz do Brasil, em 1822.
Como único ornamento, usava brincos de ouro com gemas que - presumia-se - eram
pedras preciosas. Análise mostrou, no entanto, que são de resina - ou seja, eram
bijuteria.
6. Dom Pedro I foi enterrado como Dom Pedro
IV de Portugal, com roupas de general. Todas as insígnias encontradas com sua
ossada são portuguesas, sem referências em suas vestes ao passado imperial
brasileiro.
7. Quando morreu, aos 66 anos, Dona Amélia
tinha escoliose severa - desvio na coluna que a fazia andar torta - e
osteoporose.
8. Dom Pedro I não era tão alto como se
supunha. Ele media entre 1,66 m e 1,73 m - alto para um português da época, mas
de mediano para baixo para um homem brasileiro atual.
9.
Dom Pedro I foi enterrado com solo da região de Porto, em Portugal.
Possivelmente, uma homenagem da cidade ao homem que liderou o "Cerco do Porto"
(1832-1833), famoso episódio da guerra pelo trono português, entre liberais e
absolutistas.
10. Dona Amélia foi enterrada totalmente
de preto. Ela guardou luto por 42 anos, após a morte de Dom Pedro I.
IMPERATRIZ DONA LEOPOLDINA
Leopoldina
A primeira imperatriz brasileira nasceu na Áustria. Historiadores destacam suas virtudes: ela teria sido uma mulher caridosa, culta e educada. Durante os anos em que viveu no Rio de Janeiro, Dona Leopoldina conquistou a simpatia dos cariocas.
A Imperatriz amada
Exames desmentem boato de que ela teria quebrado o fêmur
D. Amélia de Leuchetenberg, segunda mulher de D. Pedro I, foi mumificada
Múmia de imperatriz surpreende pesquisadores
Segunda mulher de Dom Pedro I, Dona Amélia tem pele e órgãos internos preservados
18 de fevereiro de 2013 | 13h 10
Edison Veiga e Vitor Hugo Brandalise - O Estado
de S. Paulo
Veja
também:
SÃO PAULO - Uma das
principais revelações do estudo arqueológico nas figuras históricas foi o fato
de que d. Amélia de Leuchetenberg, segunda mulher de d. Pedro I, foi mumificada
- um dado até aqui desconhecido de sua biografia. A imperatriz, que morreu em
Lisboa em 1876 e cujos restos mortais foram trazidos à cripta do Ipiranga em
1982, conserva pele e órgãos internos intactos. Cabelos, cílios, unhas, globos
oculares e órgãos como o útero estão preservados.
"É uma das múmias em
melhor estado de conservação já encontradas no País. Agora, precisamos pesquisar
para entender exatamente por que ela ficou assim e, mais importante ainda,
compreender melhor quem foi essa mulher, uma imperatriz esquecida na História do
Brasil", diz a arqueóloga Valdirene Ambiel, responsável pelas pesquisas na
cripta do Ipiranga. "Quando a trouxeram à cripta, em 1982, dizia-se que ela
estava 'preservada', mas ninguém sabia que poderia ser considerada
múmia."
As causas exatas da
mumificação de d. Amélia ainda estão sendo investigadas - não era comum entre a
nobreza de Portugal que mulheres recebessem tratamento para ficarem preservadas.
"Pode ter sido um 'acidente de percurso'. Ela foi tratada para ficar conservada
alguns dias, para o funeral, e isso acabou inibindo o processo de decomposição",
diz Valdirene. Os exames no Hospital das Clínicas revelaram uma incisão na
jugular da imperatriz. Por ali, foram injetados aromáticos como cânfora e mirra.
"No caso de d. Amélia, havia um forte odor de cânfora quando abrimos o caixão.
Certamente, ajudou a anular o processo de decomposição."
Também
contribuiu para a mumificação, segundo a pesquisadora, a ausência de fatores
para a decomposição. "A urna foi tão hermeticamente lacrada que não havia
microorganismos para realizar a decomposição. É irônico que tenha acontecido
justamente com Amélia, que pediu expressamente um funeral simples, nos quais não
se costumava preparar os mortos para preservação", explica Valdirene,
referindo-se ao testamento de Amélia de Leuchtemberg, no qual consta o pedido de
um funeral sem ostentações. O documento, porém, só foi lido após o enterro,
quando a mumificação já havia sido preparada.
Após passar pelo aparelho
de tomografia do Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas e de receber
uma biópsia, a imperatriz foi "remumificada" - ela recebeu novo processo de
embalsamamento, semelhante ao qual havia passado 136 anos antes. Valdirene
também foi a responsável por preparar e aplicar na múmia uma solução semelhante
à usada em Portugal no século 18 (500g de naftalina, 500g de cânfora, 300g de
manganato de potássio, 2,5 litros de álcool a 92%, 2 litros de formol e 500g de
timol). Com gaze e algodão, passou a mistura em todas as partes visíveis da
imperatriz - face, pés, mãos e pescoço. "Também passamos a solução nas laterais
do corpo preservado, para que receba o tratamento por absorção. Nas costas ficou
do jeito que estava, já que não podíamos levantá-la do caixão", conta a
arqueóloga.
Com a descoberta, o caixão de d. Amélia recebeu um visor de
vidro, que permitirá - apenas a pesquisadores - observar seu estado de
conservação. No plano que apresentou à Prefeitura, Valdirene se propõe a fazer
visitas semanais à cripta, para checar a preservação da múmia. "Faz parte do
projeto de preservação dos restos mortais da família imperial. Precisamos tomar
conta das descobertas", diz.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
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