FALE COM OS MONARQUISTAS !

FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO NO YAHOO

Inscreva-se em DMB1890
Powered by br.groups.yahoo.com

domingo, 18 de julho de 2010

COROAÇÃO DE D. PEDRO II







Coroação de D. Pedro II

(1841)



 
Organização do Supremo Tribunal Militar que substituiu o Conselho Supremo Militar, criado por D. João VI

(1893)



VEREADORES REYMOND, ELIOMAR COELHO E ADILSON PIRES: INSANIDADE E SANDICES POR VOTOS !

Estranhos no paraíso verde



Maria Luisa de Melo, Jornal do Brasil





RIO - Um projeto de lei enviado à Câmara Municipal está dando o que falar no bairro do Jardim Botânico (Zona Sul). A proposta, de autoria dos vereadores Adilson Pires (PT), Reimont (PT) e Eliomar Coelho (PSOL) pretende dar títulos de posse para 589 famílias que vivem nas proximidades do Instituto de Pesquisa Jardim Botânico, um dos mais importantes do país. Depois, a área tende a ser urbanizada, ganhando benfeitorias como rede de esgoto, asfaltamento, drenagem da água da chuva e iluminação pública.



A comunidade do Horto não vai ser a primeira a se tornar uma Área de Especial Interesse Social (AEIS) na cidade.

Antes dela, a Favela da Rocinha, o complexo de favelas do Alemão e o Morro do Pavão-Pavãozinho também foram beneficiados com a medida.



No entanto, o diretor de Ambiente e Tecnologia do Jardim Botânico, Guido Gelli, não vê o projeto com bons olhos.

Para ele, a medida é uma irresponsabilidade.



– Não era para haver casas ali. Graças a pessoas que vivem no local, o Rio dos Macacos, um dos mais importantes da região, está imundo no trecho que passa pela comunidade– criticou.



O Rio é responsável por irrigar todo o terreno, já que corta o Jardim Botânico de uma extremidade à outra.



Apesar da votação do projeto de lei não ter data marcada para acontecer, o texto tem irritado alguns moradores do bairro que não vivem na região do Horto, como Márcia Helena Nóvoa, que mora no Jardim Botânico há mais de 40 anos.



– Com a experiência que tivemos com a favela da Rocinha, foi possível perceber que depois da transformação da comunidade em uma AEIS, houve um crescimento – lembrou a dona de casa. – Se aprovado, o projeto vai consolidar algumas áreas de ocupação irregular e incentivar a chegada de mais gente para morar no local, já que a fiscalização é frágil.



Pioneirismo



Para o vereador Eliomar Coelho, um dos autores do projeto de lei, os moradores já têm o domínio da área, só lhes falta a titulação de posse.



– Os primeiros moradores do lugar eram funcionários do Jardim Botânico e auxiliaram na construção do instituto de pesquisa. Foram convidados para habitar esse terreno– explicou.


 


16:37 - 17/07/2010



MUSEU IMPERIAL DE PETRÓPOLIS "ON LINE"

Enviado por Buno Rohde - 17.7.2010
14h00m

digitalização

Museu Imperial coloca acervo na internet

EXTRA





A intimidade do Brasil imperial a um clique. Comemorando seus setenta anos, o Museu Imperial de Petrópolis ganhou uma nova versão em 2010.

O Projeto DAMI (Digitalização do Acervo do Museu Imperial) foi idealizado para disponibilizar todo o acervo da instituição na internet.

O público terá acesso tanto às imagens das peças quanto ao conteúdo detalhado sobre cada uma.



Atualmente só 7% do acervo do museu estão expostos ao público.

A digitalização dessas peças vai permitir que os itens sejam conhecidos por pesquisadores, estudantes e interessados na história do Brasil de maneira geral.

Onze profissionais, entre museólogos, historiadores e técnicos na área de imagem estão trabalhando no projeto.

Nos três laboratórios de digitalização, os itens do museu são fotografados e escaneados.

Peças frágeis, que não podem ser vistas hoje, também estarão disponíveis na internet.



— Não queremos só expor, queremos preservar — afirma Monique Gonçalves, coordenadora técnica do Projeto DAMI.



A cada quatro meses, serão inseridas novas coleções na base de dados do site.

Como o museu tem 360 mil itens, o processo deve durar até dez anos para que todo o acervo seja digitalizado, com a geração de quatro milhões de imagens.

Porém, para o trabalho prosseguir no próximo ano, o Museu Imperial ainda procura um patrocínio que ajude a custear as despesas do projeto.




Em setembro, outros itens vão para site



No site do Museu Imperial estão disponíveis a Coleção Carlos Gomes, a Coleção Sérgio Eduardo Lemgruber e a Coleção Visconde de Itaboraí.

Já foram colocados na página virtual mais de trezentos e cinquenta documentos manuscritos, livros, folhetos, periódicos e objetos tridimensionais, totalizando três mil e noventa e nove imagens.

Em setembro deve ser cumprida a segunda etapa do projeto, com a disponibilização do primeiro lote de outras três grandes coleções do acervo.



— O projeto pretende mostrar para o público que o museu tem outras vocações também.

Além dos itens do Império, temos um acervo rico até sobre música, que o público e mesmo pesquisadores desconhecem — diz Monique Gonçalves.



Quem quiser conhecer um pouco mais o Museu Imperial virtual pode acessar o site da instituição:




sexta-feira, 16 de julho de 2010

LARGO DO BOTICÁRIO: DO LUXO AO LIXO . . . DESÍDIA E INÉPCIA DA PREFEITURA DO RIO !

Fim do glamour




Afundado no abandono e na decadência, Largo do Boticário inspira alerta de leitora

Publicada em 15/07/2010 às 17h38m

O Globo, com informações e fotos da leitora Alda Girdwood



RIO - O local já foi até cenário de filme americano, abrigando as aventuras de James Bond em ' 007 contra o Foguete da Morte'. O conjunto de casas em estilo colonial do Largo do Boticário, no Cosme Velho, já teve seus dias de glória.

Com jardim projetado por Lúcio Costa e Burle Marx, e banhado por um cada vez mais poluído e seco Rio Carioca, o recanto já foi morada de barões, polo cultural e símbolo de elegância, arte e glamour.



Conhecido oficialmente como Largo do Boticário desde 1879, o conjunto de mansões foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) em 1987 e declarado pela prefeitura, em 1986, Área de Proteção do Ambiente Cultural do Cosme Velho.



Onde antes havia belas casas, chão original em estilo pé de moleque, azulejos antigos de grande valor histórico e um jardim de paisagismo premiado, hoje restam apenas fachadas com infiltrações, mato sem cuidado, mau cheiro, painéis quebrados e todas as faces de um cenário de abandono.

Até os azulejos antigos já foram roubados e vendidos clandestinamente .


Triste com a degradação do lugar, que ainda assim continua atraindo turistas, sobretudo estrangeiros, a leitora Alda Girdwood decidiu fazer um apelo para que alguém se ocupe do Largo.



"Temos a impressão de que as casas vão ruir. Os turistas visitam o espaço e saem decepcionados com o péssimo estado das construções", escreveu ela ao Eu-Repórter , a seção de jornalismo participativo do GLOBO.



Leia mais: A leitora Liane Raposo se choca com a má conservação do Largo do Boticário ao levar amigos turistas ao local e lamenta o abandono


Em 1995, para despertar a atenção do público para o Largo do Boticário, os organizadores da Casa Cor escolheram a Casa Rosa, uma das propriedades da família Bittencourt, e o jardim externo para sediar a mostra.

Foi a última vez que os casarões viram alguma reforma efetiva.

Atualmente, algumas casas estão, inclusive, ocupadas ilegalmente por moradores de rua.



quinta-feira, 15 de julho de 2010

CIDADE NOVA RECEBE INVESTIMENTOS DA PREFEITURA

Quinta, 15 de Julho de 2010, 12h56


Região da Cidade Nova recebe investimentos da Prefeitura


Foto do Teleporto do Rio de Janeiro, na região da Cidade Nova (foto: Cris Martins)

Incentivar o comércio na região, reconhecendo a potencialidade econômica existente, é a principal linha do decreto municipal que cria o Pólo Comercial Rio Cidade Nova. Instituído no dia 22 de junho, o decreto do prefeito Eduardo Paes agrega a região ao Programa Polos do Rio, parceria com o Sebrae/RJ.



Devido à concentração de diversos estabelecimentos de comércio varejista e gêneros alimentícios, além de atividades de prestação de serviços, tais como: drogarias, papelarias, lanchonetes, bares e restaurantes, a região é tida como um ponto de geração de emprego e renda. A criação do Pólo Comercial Rio Cidade Nova objetiva otimizar os investimentos públicos e acelerar a qualificação da região.



Dentre os melhoramentos a serem feitos na região, estão: a repressão ao comércio ambulante irregular, a melhoria da iluminação pública e a limpeza dos logradouros públicos.

De acordo com o diretor-executivo da Associação Comercial e Empresarial Cidade Nova (ACECN), Marcelo Roberto Ferreira,

"Trata-se de um marco para a revitalização da Cidade Nova, área ainda bastante degradada e sem investimento do Poder Público. Em 1808, com a chegada da Família Imperial ao Brasil, a Corte passou a circular na Praça XV e arredores, onde ficavam residências e comércio. Em seguida houve a expansão para São Cristóvão e Cidade Nova (uma área de desterro, onde habitava a parte da sociedade que não deveria ser vista, como prostitutas, malandros, casas de cômodos e bordéis. Com a criação do Teleporto, cerca de 15 anos atrás, havia uma expectativa de desenvolvimento, porém nada que fosse basilar para o progresso, apenas a construção de um edifício inteligente e a demarcação de terrenos para novas construções.

Com a chegada do Centro de Convenções Sul América, a sede nacional da Sul América Seguros, Racional Engenharia e as estações do Metrô Rio, iniciou o desenvolvimento esperado, trazendo para a Cidade Nova empresas do porte da Petrobrás, Info Globo, Nova Cedae".

O comércio que foi atraído para a região movimenta cerca de 20 mil pessoas por dia, entre residentes, trabalhadores e público flutuante. "Creio que o decreto da criação do Polo Comercial Rio Cidade Nova é um avanço e uma promessa da parceria público privada que resultará em benefícios e desenvolvimento da região", afirma Ferreira.



O Programa Polos do Rio é uma iniciativa da Prefeitura do Rio, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Solidário do Rio (Sedes), em parceria com o Sebrae/RJ, o Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes (SindRio), a ACRJ e a Fecomércio-RJ, que objetiva animar e apoiar o trabalho dos empresários, dando total assistência para os negócios, promovendo o aumento da lucratividade, atratividade e sustentabilidade das empresas.



A gerente da área de Desenvolvimento Comercial do Sebrae/RJ, Mariangela Rosseto, ressalta, "O reconhecimento do Polo Rio Cidade Nova por parte do poder público nos enche de satisfação. Além de evidenciar a importância que a prefeitura dá ao desenvolvimento econômico da região, também é, de certa forma, um exemplo da força do associativismo empresarial, fruto de um trabalho que o Sebrae/RJ vem desenvolvendo há dois anos naquela região.

Os empresários, por meio de sua união e de seus pleitos, sensibilizaram a prefeitura para a força econômica e potencial da Cidade Nova e, agora, com o decreto, esta região passa a receber um olhar privilegiado do governo e terá prioridade nas intervenções públicas para melhoria do local.

Além disso, o polo tem como base a parceria, importante fator para o sucesso. Os parceiros são responsáveis pela governança do polo e proposição de ações para incremento local. Com tudo isso, a região ganha ainda mais atratividade , passa a reunir mais visitantes e aumenta o potencial de geração de renda e emprego dos estabelecimentos locais."



quarta-feira, 14 de julho de 2010

PREFEITURA DO RIO, DESÍDIA COM O PATRIMÔNIO HISTÓRICO DO BRASIL !

Vergonha



Leitor lamenta falta de limpeza e manutenção de chafariz da Praça General Osório


Publicada em 14/07/2010 às 19h11m

Texto e foto do leitor Ivan RiberioRibeiro dos Santos



RIO - Ipanema é um dos principais cartões postais do Rio de Janeiro.

Diariamente, o bairro recebe a visita de dezenas de turistas do mundo todo e é considerado uma área nobre da cidade.

Aos domingos, a tradicional Feira Hippie atrai centenas de pessoas. Entretanto, o mau estado da Praça General Osório é uma vergonha.

O local continua com grandes falhas no calçamento de pedras portuguesas e, o pior, com o chafariz do mestre Valentim completamente abandonado.

O lago está sempre sujo, com a água escura e cheia de lodo.

É essa a imagem do Rio que queremos transmitir para outros estados do Brasil e para outros países?

Uma pena...

########################################################################

O Chafariz das Saracuras

05/07/2010 - 09:45
Enviado por: Paulo Pacini
JB


Em 1911, com a demolição iminente do Convento da Ajuda, foi revelada ao público uma jóia do período colonial, um chafariz interno, que havia sido protegido dos olhos profanos por mais de um século por força do regime de clausura. Batizado alguns anos antes como Chafariz das Saracuras pelo historiador Vieira Fazenda, era composto por agradável combinação de engenho e estética.



De formato circular, tinha quatro escadas na base, e mais acima uma taça de pedra que recebia a água jorrando dos bicos de quatro saracuras de bronze em um obelisco.

O líquido desaparecia e ressurgia pela boca de quatro tartarugas, que enchiam quatro pias de pedra, utilizadas pelas freiras para lavagem de roupa e outras necessidades cotidianas.





Últimos dias do chafariz no convento em foto de Malta de 1911



O chafariz foi uma dádiva do vice-rei Conde de Rezende às religiosas da Ajuda, e, inaugurado em 1799, prestou serviços até o desaparecimento do convento, sendo então doado à municipalidade, que o colocou na Praça General Osório, em Ipanema, bairro que nascia para o mundo.

Durante alguns anos a obra foi respeitada, mas, longe do abrigo e exposto à sempre atuante legião de vândalos, já na década de 1930 teve uma das saracuras roubadas, sendo as remanescentes retiradas.



Há quase cem anos as águas não correm mais no belo chafariz, vítima de tempos duros, em que monumentos desse tipo pouca chance têm de sobreviver incólumes e em seu esplendor original, excetuando-se aqueles protegidos em parques de acesso controlado e com vigilância permanente.




VEREADORES REYMOND, ELIOMAR COELHO E ADILSON PIRES QUEREM ACABAR COM O JARDIM BOTÂNICO !

VEREADORES INIMIGOS DA HISTÓRIA DO BRASIL E DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO !


MONARQUISTAS VAMOS LUTAR CONTRA ESSE ABSURDO ELEITOREIRO !







REYMOND





 ELIOMAR COELHO



ADILSON  PIRES


CBN - A rádio que toca notícia - Arnaldo Jabor