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quinta-feira, 10 de março de 2011

Projeto do cais da Imperatriz e do Valongo

Simulações

Cariocas e turistas poderão ver de arquibancadas como eram os cais da Imperatriz e do Valongo, descobertos em escavações



Publicada em 10/03/2011 às 00h11m

Rogério Daflon

O GLOBO



RIO - O tesouro arqueológico encontrado no início do mês no Centro , durante as obras de drenagem do programa Porto Maravilha, na Avenida Barão de Tefé, vai se transformar num memorial. Nele, pavimentos históricos tanto do Cais da Imperatriz como do Cais do Valongo ficarão a céu aberto. Subsecretário municipal de Patrimônio Cultural, o arquiteto Washington Fajardo fez o projeto do memorial, cujo espaço total será de 1.350 metros quadrados.



- Um ano antes dos Jogos Olímpicos, o Rio fará 450 anos. Com esse memorial, a cidade vai receber um presente antecipado - disse Fajardo, afirmando que a obra começará assim que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) regional do Rio aprová-la.



( Vídeo: conheça o projeto do cais da Imperatriz e do Valongo )


O Cais do Valongo foi construído no fim do século XVIII para o desembarque de milhares de escravos.



- Os historiadores dizem que, de 1790 a 1831, quando o tráfico de escravos passou a ser ilegal, deembarcaram no Rio cerca de 700 mil africanos, e acredito que a maioria foi no Cais do Valongo - afirma o jornalista Rogério Jordão, que faz doutorado sobre o tema.



Já o Cais da Imperatriz - feito na década de 1840 sobre o Cais do Valongo, numa grande reforma com o intuito de receber a futura imperatriz Teresa Cristina, que se casaria com Dom Pedro II - teve na época como arquiteto o renomado francês Grandjean de Montigny, que, com a queda de Napoleão, se exilou no Rio.



Ao detalhar a obra, Fajardo informou que, ao lado dos pavimentos históricos, haverá um espelho d'água simulando o mar (aterrado pelo então prefeito Pereira Passos na década de 1910).



- O projeto terá acessibilidade para portadores de deficiência física, e, ao longo do percurso nos muros em volta, uma linha do tempo com informações sobre a evolução histórica dos dois cais. Duas arquibancadas, uma em frente a outra, darão diferentes perspectivas para se contemplar o memorial.



- Das arquibancadas, alunos das escolas do Rio terão bons ângulos para entender a história da cidade - acrescentou Fajardo.



O memorial contará com duas salas com mais informações sobre os dois cais e a evolução urbana da Região Portuária. Ali, haverá maquetes expondo essas diferentes fases do Porto. O memorial terá ainda iluminação à noite e quase como uma linha o dividindo ao meio a Rua Coelho e Castro, que faz esquina com a Barão de Tefé.



- O espaço de 1.350 metros quadrados foi a maior janela possível diante da revitalização necessária do Porto - disse Fajardo, ressaltando que a obra de drenagem feita ali na Barão de Tefé é fundamental para a revitalização.



Iphan é simpático ao projeto inicial

O superintente do Iphan, Carlos Fernando Andrade, afirmou que a decisão de aprovação do projeto da prefeitura para o Memorial do Cais do Valongo e do Cais da Imperatriz será feita após uma reunião, na próxima semana, com o prefeito Eduardo Paes, com o subsecretário municipal de Patrimônio, Washington Fajardo, e a arqueóloga Tânia Lima, que vem acompanhando as obras de drenagem do Porto por exigência do próprio Iphan do Rio. Carlos Fernando já teve acesso ao projeto de Fajardo.



- Gostei do projeto, mas o Iphan precisa estudá-lo mais - disse Carlos Fernando, ressaltando que a Região Portuária certamente reserva outras surpresas históricas. - Ao longo dos antigos portos, havia vários trapiches. E sabemos que, além dos cais da Imperatriz e do Valongo, outros pequenos foram aterrados naquela região.



O geógrafo Maurício de Almeida Abreu, um dos maiores estudiosos da história do Rio, disse que o projeto do memorial deve ser amplamente discutido, já que diz respeito a diferentes áreas, como história, geografia, arqueologia, arquitetura e paisagismo.



- A descoberta das estruturas dos cais do Valongo e da Imperatriz é de grande importância para o resgate e a manutenção da memória de nossa cidade. A questão sobre como expor e integrar tais estruturas na área, para que não seja apenas mais um monumento, envolve ação multidisciplinar. Idealmente, esses fragmentos do passado deveriam ser expostos de forma a induzir a reflexão sobre as transformações da cidade e da sociedade - analisa.



Para o subsecretário municipal de Patrimônio, Washington Fajardo, o Cais da Imperatriz quis apagar a história do tráfico de escravos e, portanto, do Cais do Valongo. E o prefeito Pereira Passos, por sua vez, quis apagar a história do Império contida do Cais da Imperatriz:



- O projeto do memorial faz convergir os diferentes tempos do Porto. Por isso é tão importante.



C O M E N T Á R I O S

 Pinto_PiuPiu

10/03/2011 - 09h 23m





Povo faz bem em reclamar porque o dinheiro é do povo.



E que achar ruim as reclamações que vá dar o ... para o prefeito.



R-Mac

10/03/2011 - 09h 16m



No computador tudo fica lindo! Mas no mundo real, tem mendigos, tem mijões, tem material de má quaidade pois as empreiteiras tiveram que pagar muita propina e resolveram compensar reduzindo a qualidade, tem taxista bandalha, tem apadrinhado político sem experiência chefiando Fundação por indicação política, tem político eleito não querendo dar força para obra de antecessor, ...



Ou seja, tem Rio de Janeiro, tem Brasil !

neuronio

10/03/2011 - 09h 09m



coiotenando, já existe um propjeto para revitalização da Quinta. Antes de reclamar... se informe!



De onde o senhor ou senhra "mcvxa" tirou a tonelada de concreto? Conheces a Rua Coelho e Castro?



Ô povinho para gostar de "recramar"!




Trismegisto

10/03/2011 - 09h 01m



Restaurem a Quinta da Boa Vista, o Museu de História natural é uma piada! O Zoo é ridículo!! O entorno encontra-se degradado e sujo!! demagogia pura!!



Trismegisto

10/03/2011 - 09h 00m



Mais uma obra de maquiagem sem nenhuma utilidade prática, é Paes!


Xangô_Jr

10/03/2011 - 08h 38m



Parabéns para a Secretaria do Patrimônio!




coiotenando

10/03/2011 - 08h 35m



Enquanto isso ali ao lado na quinta da boa vista o palacio esta caindo!!!



Hipocrisia!!




tolima

10/03/2011 - 07h 40m



Parabens por essa importante descoberta,e esse patrimônio fantástico.



Foi no cais do valongo que se teve o maior tráfico de escravos africanos das Américas,ali desembarcaram milhares de navios negreiros.



E ali que tudo começou,é o berço da africanidade do Brasil.




Caesars

10/03/2011 - 07h 27m



Belo projeto que pode trazer à tona um pouco da história da cidade. Contudo é preciso que o conjunto seja permanentemente vigiado e cuidado para que não se transforme rapidamente em mais uma latrina pública para moradores de rua e outros apertados em suas "necessidades". Sinto muita falta de atenção aos monumentos e equipamentos públicos em parques e jardins. Vide os chafarizes desligados, sujos e o abandono do mergulhão da Praça XV. Não sou derrotista mas a experiência no momento pesa negativa.



mcvxa

10/03/2011 - 07h 02m



mais uma tonelada de concreto desnecessária no centro da cidade... será que não dá pra projetar algo pelo menos bonito ou mais leve?



quarta-feira, 9 de março de 2011

Santo Antônio dos Pobres

Santo Antônio dos Pobres

08/03/2011 - 17:35
Enviado por: Paulo Pacini
JB


Como toda cidade antiga, o Rio de Janeiro foi palco de inúmeros acontecimentos, dos quais sua configuração urbana é de certo modo testemunha, ainda que silenciosa e indireta.

A área de destaque da história carioca sempre foi a região central, a qual, irradiando-se do Morro do Castelo, ganhou inicialmente a várzea próxima à Praça XV e interiorizou-se rumo a uma área então indefinida, chamada de Campo da Cidade.

A expansão ocorrida durante o século XIX incrementou a urbanização em trechos relativamente periféricos, sendo drenadas as últimas áreas alagadas e desmembradas as grandes chácaras em terrenos menores, onde se ergueram imóveis residenciais ou comerciais, trazendo gente para regiões pouco povoadas.



Foi em um local deste tipo que, em 1807, iniciou-se a construção da Igreja de Santo Antônio dos Pobres, por iniciativa de Antônio José de Souza Oliveira, que comprou um terreno na esquina da Rua dos Inválidos com Senado, e doou-o à Venerável Irmandade de Santo Antônio dos Pobres.

Em 1811, há 200 anos, portanto, era inaugurado o templo de linhas modestas, mas prestigiado pela nobreza da época, a qual incluía D. João VI e sua esposa Carlota Joaquina.

De 1828 a 1832 nela residiram os Capuchinhos italianos, retirando-se após vários desentendimentos.

Em 1854, é elevada a matriz da recém-criada paróquia de Santo Antônio, tendo sido iniciada uma restauração geral do templo, que se encontrava em más condições.







Antiga igreja de Santo Antônio dos Pobres, dois séculos sob a ameaça das novas e monstruosas construções



A deterioração posterior do prédio em mais de um século tornou necessária sua reconstrução, iniciada em 1940.

Seis anos depois, os trabalhos eram concluídos, legando à cidade o prédio atual, com diferenças estéticas em relação ao antigo templo, mas com mesmo valor histórico.

Esta velha igreja, completando dois séculos no presente ano, enfrentou últimamente problemas provávelmente causados pela construção de um prédio monstruoso no terreno ao lado, originalmente formado por desapropriações ocorridas durante o governo Moreira Franco em 1988 para as obras de construção da Linha 2 do metrô, que deveria passar pela Av. Henrique Valadares rumo à Estação Carioca, onde seria feita a transferência para a Linha 1.

Nada disso: em vez de transporte, mais um espigão.



A construção de um prédio de tais proporções em uma área até o presente relativamente conservada, com seu comércio tradicional em casas e sobrados, certamente irá inaugurar um ciclo de especulação imobiliária no local, da qual não se deve esperar boa coisa.

A tradicional igreja de Santo Antônio dos Pobres certamente resistirá a essa próxima maré, mas o destino dos prédios à sua volta é mais incerto, podendo ceder lugar a novas, antiestéticas e desumanas construções ou então se transformar em mais um terreno baldio convertido em estacionamento.

Resta orar ao santo, na esperança que sua força possa proteger e conservar este trecho pouco conhecido da cidade, pelo menos por mais algum tempo.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Ruínas nos subterrâneos do Porto Maravilha . . . CAIS DA IMPERATRIZ DONA TERESA CRISTINA

Ruínas nos subterrâneos do Porto Maravilha




Escavações de obra de drenagem da Zona Portuária encontram restos dos cais da Imperatriz e do Valongo

Publicada em 01/03/2011 às 23h35m

Rogério Daflon

O GLOBO


RIO - Das escavações do Projeto Porto Maravilha na Avenida Barão de Tefé, na Região Portuária, surgiu um tesouro arqueológico. Trata-se do Cais da Imperatriz e do Cais do Valongo, ambos do século XIX. A descoberta empolgou o prefeito Eduardo Paes, que, no último sábado, foi acompanhar as obras de drenagem e se deparou com a novidade.



- Fui lá no sábado vistoriar as obras e, quando vi aquilo, fiquei absolutamente chocado. Vou fazer uma praça como em Roma. Ali estão as nossas ruínas romanas.



A praça a que se refere Paes deverá ser feita entre o Hotel Barão de Tefé e o Hospital dos Servidores do Estado, ao longo e no entorno da Avenida Barão de Tefé.



O Cais da Imperatriz data da década de 1840. Foi feito sobre o Cais do Valongo, numa grande reforma com o intuito de receber a futura imperatriz Teresa Cristina, que se casaria com Dom Pedro II. O projeto foi realizado à época pelo paisagista Grandjean de Montigny.



Ponto de chegada de escravos ao Brasil

O Cais do Valongo, também do século XIX, foi o lugar onde aportaram mais um milhão de escravos. O prefeito afirmou que, além da praça, haverá um centro de referência.









- Vou fazer um concurso público para isso. Será algo mais bonito e simbólico do que a estátua de Zumbi na Avenida Presidente Vargas - ressaltou Paes, afirmando que fará também um museu para os objetos encontrados nos dois antigos ancoradouros.



O museu, informou o prefeito, será na Casa da Guarda e no Jardim do Valongo, no Morro da Conceição, na Zona Portuária. O prefeito, contudo, terá de contar com a aprovação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Rio, cujo superintendente, Carlos Fernando Andrade, se reunirá com Paes na próxima sexta-feira para acertar detalhes.



- Se houver mais descobertas, pode haver modificações do desenho urbano naquela área - disse Carlos Fernando, que é simpático à ideia da praça à moda Roma.



Com a empreiteira que toca a obra, arqueólogos do Museu Nacional acompanhavam cada escavação, a fim de encontrar os dois portos do século XIX.



Tanto o Cais da Imperatriz como o Cais do Valongo deram lugar ao aterro feito pelo prefeito Pereira Passos no primeira década do Século XX.



quarta-feira, 2 de março de 2011

Descoberto no Rio de Janeiro: Cais da Imperatriz foi construído para receber D. Teresa Cristina em 1843

Escavações em obra do Porto Maravilha encontram monumento escondido há cem anos

Cais da Imperatriz foi construído em 1843 e estava escondido por avenida



Carolina Farias, do R7
02/03/2011 às 06h02

Twitter Eduardo Paes

Prefeito postou foto da descoberta no último sábado (26) no Twitter;



Cais da Imperatriz foi construído para receber Teresa Cristina em 1843





As escavações para as obras do Porto Maravilha, na zona portuária no Rio de Janeiro, encontraram no último sábado (26) um tesouro arqueológico escondido há cerca de cem anos.

O Cais da Imperatriz foi construído em 1843 especialmente para receber Teresa Cristina, mulher de Dom Pedro II e imperatriz do Brasil.

O prefeito Eduardo Paes (PMDB), radiante com a descoberta, disse que o projeto sofrerá uma leve alteração para que o cais seja transformado em um monumento aos negros.



- No sábado eles [arqueólogos que acompanham a obra] ficaram chocados com o que viram. O cais vai ser transformado em um monumento ao negro, que tem história ali, onde os escravos desembarcavam.



De acordo com o prefeito, uma reunião vai acontecer na próxima sexta-feira (4) para falar sobre a descoberta e alteração no traçado da obra.

O que deve mudar é o traçado de uma rua próxima à avenida Barão de Tefé.



A descoberta do cais aconteceu durante a escavação para a construção de uma galeria de águas pluviais, que faz parte do projeto Porto Maravilha, que vai revitalizar toda a zona portuária carioca.



Como a região é uma das mais ricas historicamente, o superintendente do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico e Nacional) Carlos Fernando Andrade solicitou ao prefeito que as obras fossem acompanhadas por arqueólogos, como acontece desde o início das obras, no segundo semestre de 2010.



Depois da descoberta do último sábado, Paes tem uma nova recomendação para os trabalhadores da obra.



- Agora vamos ‘cavocar’ com mais carinho.



O cais foi encontrado na avenida Barão de Tefé, na Saúde, que está localizado em uma região conhecida como pequena África, que engloba também os bairros da Gamboa, Santo Cristo e Morro da Conceição.



Na mesma avenida também fica o Valongo, local onde ficava o mercado de escravos, que desembarcavam ali vindos da África. Antes de dar lugar a avenida, uma praça foi construída no início do século 20 onde ficava o cais.





terça-feira, 1 de março de 2011

A Rua dos Pescadores

A Rua dos Pescadores

01/03/2011 - 08:40
Enviado por: Paulo Pacini
JB


Em 1590, os frades beneditinos puderam finalmente iniciar a construção de seu convento e igreja, após receberem como doação, da parte de Diogo de Brito Lacerda, a sesmaria concedida em 1573 a seu pai, Manuel de Brito, pelo governador Cristóvão de Barros.

A enorme área, que incluía a Prainha (Praça Mauá) e parte do Morro da Conceição, tinha como imite ao sul um pequeno curso d'água, que se originava próximo ao local onde se encontram as ruas Alcântara Machado e Visconde de Inhaúma, seguindo até o mar, em uma praia inicialmente chamada de São Bento.



Neste local relativamente isolado, pescadores construíram algumas choças para moradia, sendo por muito tempo os únicos habitantes.

Sua presença deu nome ao riacho, conhecido como ribeirão dos Pescadores, e o mesmo se deu com uma via que o acompanhava, chamado de Caminho e depois rua dos Pescadores.

Décadas após, em meados do século XVII, os frades desviaram o curso do riacho para junto do Morro de São Bento, para com isto irrigar sua horta, a qual abrangia a maior parte das terras da várzea.

Desaparecendo o ribeiro, contudo, permaneceram rua e os pescadores.





Visconde de Inhaúma em 1906, após as reformas de Pereira Passos. Os imóveis remanescentes estão sempre sob ameaça de virar estacionamento.



No início do século seguinte, a praia passaria a ser conhecida como dos Mineiros, pelo seu uso no desembarque de mercadorias e pessoas provenientes das Minas Gerais, cuja última etapa da viagem acontecia em embarcações que saíam de portos no fundo da Baía de Guanabara.

Foi neste local que nasceu a Marinha brasileira, através da criação do Arsenal em 1764 pelo vice-rei Conde da Cunha, embora seu pleno desenvolvimento só ocorresse a partir do Império, após a independência.



A rua dos Pescadores paulatinamente se dirigiu ao interior, à medida em que se drenavam os terrenos, inicialmente até onde é a Alcântara Machado e depois até o Largo de Santa Rita.

A ligação com a região ao norte da cidade e o Campo de Santana só aconteceria em 1787, com a abertura da rua de São Joaquim, a qual oferecia um acesso mais direto e com menos desvios.

Após a chegada da Côrte, em 1808, vários personagens de destaque lá tiveram residência, como o Conde de Bonfim e o Barão de Itamarati, antes de construir seu palacete da rua Larga, vendido posteriormente ao governo republicano.

Em 1869 seu nome é mudado para Visconde de Inhaúma, em homenagem ao almirante José Joaquim Inácio, herói da Guerra do Paraguai, falecido neste mesmo ano.



Em 1905 seria alargada e se uniria à rua Larga de São Joaquim (Marechal Floriano), a qual foi prolongada até o Largo de Santa Rita, concretizando uma ligação imaginada há muito, embora tenha causado a perda da Igreja de São Joaquim, localizada ao lado do Colégio D. Pedro II.

A origem desta antiga rua está em grande parte ligada à história do Mosteiro de São Bento e sua relação com a Marinha, que ali nasceu em terrenos doados ou vendidos pelos religiosos, desmembrados da grande sesmaria de Manuel de Brito, concedida em uma época na qual ainda se lutava contra Tamoios e franceses remanescentes do tempo de Villegagnon.



terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

GENERAL OSÓRIO, MONUMENTO HISTÓRICO SOFRE ATAQUE DE LADRÕES ! . . .

Balas do general

Tue, 22 Feb 2011 08:50:42 -0200

ISTO É

Ricardo Boechat

Jornalista - Colunista semanal


Cidades











Inaugurado em 1894 na Praça XV, centro do Rio de Janeiro, o Monumento a Osório acaba de sofrer o pior ataque de sua secular história.

Ladrões furtaram quatro pesadas balas de canhão que ornamentavam a obra, assinada pelo escultor Rodolfo Bernardelli.

As peças, de bronze maciço, valem bom dinheiro nas fundições.

O general nunca esteve tão vulnerável.



CABRAL E PAES: ILHA DO BOM JESUS, HISTÓRIA DO BRASIL AMEAÇADA OU PRESERVADA ? ! . . .

Ilha de Bom Jesus



ANCELMO GÓIS

Cabral e Paes negociam com o Exército a aquisição da Ilha de Bom Jesus, ao lado do Fundão.

Segundo o secretário Júlio Bueno, o objetivo é usar os cerca de 200.000m² para a instalação de centros de pesquisas de dez empresas.

Os grupos são BG Brasil, Chemtech/Siemens, Dow, Braskem, L’Oréal, Nalco, Techinip, White Martins e Valourec/Mannesman.