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quinta-feira, 12 de março de 2009

ACRJ prestou homenagem à D. Teresa de Orléans e Bragança


Como parte das comemorações pelos 200 anos da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, a Associação Comercial do Rio de Janeiro prestou uma homenagem à Princesa Teresa Teodora de Orléans e Bragança, 88, neta da Princesa Isabel, filha do primôgenito Dom Pedro Alcântara de Orléans e Bragança.


Esbanjando vitalidade e bom humor, a Princesa Dona Teresa viu a exposição organizada especialmente para o evento, com peças e documentos históricos pertencentes a D. Pedro II; recebeu o diploma Visconde de Mauá e foi a figura central do almoço que reuniu outros membros da família real portuguesa, como Dom Manoel e Dom Eudes de Orléans e Bragança; o casal Murta Ribeiro; o cônsul geral de Portugal, António José Emauz de Almeida Lima; Zoé Noronha Chagas Freitas, Cristina de Sá; Joaquim Falcão, Antônio Manuel Torre do Valle D'Avillez do Grupo Espírito Santo, entre outros.


Dona Teresa nasceu em Boulogne-sur-Seine, em 1919, e vive atualmente no Estoril.

D. TERESA - PRINCESA DE ORLÉANS E BRAGANÇA




Por ocasião da recepção a S.A.I.R. Dona Teresa Teodora de Orléans e Bragança e Dobrzensky de Dobrzenicz (Boulogne-sur-Seine, 18 de junho de 1919 –), princesa de Orléans e Bragança.


É a última filha de D. Pedro de Alcântara de Orléans e Bragança e de sua esposa, a condessa Elisabeth Dobrzensky de Dobrzenicz.


Sua avó paterna foi a princesa D. Isabel do Brasil.


No dia 7 de outubro de 1957, em Sintra, Portugal, ela desposou Ernesto António Maria Martorell y Calderó (1921-1985).
Eles tiveram duas filhas, Elisabeth (1959) e Nuria (1960).

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

OS 200 ANOS DA ACRJ.


Ricardo Cravo Albin
Presidente do Conselho Empresarial de Cultura da ACRJ



Rio - Não, não será apenas a celebração, em 2008, da chegada de D. João VI ao Rio de Janeiro o evento que poderá esgotar o ciclo dos 200 anos. Pois neste 2009, uma outra celebração bicentenária está agora chegando, a da Associação Comercial do Rio de Janeiro. Pois é, o mesmo estadista que propulsionou o Brasil para a independência lavrou a carta régia criando a Associação Comercial. Depois de transferir a sede do Reino de Portugal para o Rio de Janeiro, o príncipe regente criou a Praça do Comércio, núcleo formador da hoje mais antiga instituição civil do Brasil.


A briosa Associação, que singrou dois centenários turbulentos e irregulares, desde cedo se postaria a reboque das idéias revolucionárias do Barão de Mauá. Que anteviu um Brasil menos acanhado e mais contemporâneo, abrindo, ainda no Segundo Império, o viés desenvolvimentista no País. Não à toa, Mauá é o patrono da Associação Comercial, impregnando-a hoje, presidida que é por Olavo Monteiro de Carvalho, das bandeiras liberais.


Causas justas, como a revitalização do Rio, a luta contra pirataria e burocracia, são essenciais para o encontro com um Brasil moderno, mais ágil, mais eficiente.Na semana passada, o Conselho Superior da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), presidido por Humberto Motta, instalou o comitê que vai cuidar das celebrações dos seus 200 anos. Humberto – ao lado de Olavo – apresentou o empresário Lázaro Brandão como presidente de honra dessa comissão que cuidará das festas.


Um aniversário de peso, de essência, de revitalização. Que deverá ser celebrado pelos governos federal, estadual e municipal. A não ser que este País não tenha mesmo juízo.

BOTAFOGO E OS SEUS 200 ANOS DE VIDA...


Como sabemos, criado por Decreto Real do Príncipe Regente D. JOÃO VI no dia 13 de maio de 1809 (data de seu aniversário), passou a ser o segundo bairro da Cidade do Rio de Janeiro, depois do Centro, sendo o 1º. da Zona Sul.


Porém, infelizmente não estão dando a importância devida ao nosso Querido Botafogo, que cativou até a Princesa Carlota Joaquina, que decidiu ter a sua casa de veraneio na Praia de Botafogo esquina com Rua Marquês de Abrantes, trazendo todas as importantes figuras do Império para o bairro, tornando-o importante pólo de decisões políticas!


Pois é, até a presente data ninguém se interessou em fazer uma bonita festa para o bicentenário recanto abraçado pelo Pão de Açucar e o Corcovado, nem mesmo a Escola de Samba São Clemente (a única da zona sul, criada e estabelecida no bairro) se dignou a fazer uma samba enredo em sua homenagem.


Como último recurso fizemos um apelo a Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), cujo o Patrono é o Visconde de Mauá - Irineu Evangelista de Souza (Grande Empresário do Brasil) e também Patrono da Marinha Mercante Brasileira, que nos auxilie, haja vista que também em 2009 a entidade por Ele fundada, completa 200 anos de existência.


Quem sabe poderemos em maio próximo dar um forte abraço nesse Guerreiro e Amado Botafogo!


Marcelo Roberto Ferreira

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

UM EXEMPLO A SER SEGUIDO!


Testamento do Marquês de Tamandaré – Patrono da Marinha


Exijo que meu corpo seja vestido somente com camisa, ceroula e coberto com um lençol, metido em um caixão forrado de baeta, tendo uma cruz na mesma fazenda, branca, e sobre ela colocada a âncora verde que me ofereceu a Escola Naval em 13 de Dezembro de 1892, devendo-se colocar no lugar que faz cruz a haste e o cepo um coração imitando o de Jesus, para que assim ornado signifique a âncora-cruz, o emblema da fé, esperança e caridade, que procurei conservar sempre como timbre dos meus sentimentos.


Sobre o caixão não desejo que se coloque coroas, flores nem enfeites de qualquer espécie, e só a comenda do cruzeiro que ornava o peito do Sr. Pedro II em Uruguaiana, quando compareceu como primeiro dos voluntários da pátria para libertar aquela possessão brasileira do julgo dos paraguaios que a aviltaram com sua pressão; e como tributo de gratidão e benevolência com que sempre me honrou e da lealdade que constantemente a S. M. I. tributei, desejo que essa comenda relíquia este já sobre meu corpo até que baixe à sepultura.


Exijo que não se faça anúncios e nem convites para o enterro de meus restos mortais, que desejos sejam conduzidos de casa ao carro e deste à cova por meus irmãos em Jesus, o Cristo, que hajam obtido o fórum de cidadãos pela Lei de 13 de Maio. Isto prescrevo como prova de consideração a essa classe de cidadãos em reparação à falta de atenção que com eles se teve pelo que sofreram durante o estado de escravidão; e reverente homenagem à grande Isabel Redentora, benemérita da pátria e da humanidade, que se imortalizou libertando-os.


Exijo mais, que meu corpo seja conduzido em carrocinha de última classe, enterrado em sepultura rasa até poder ser exumado, e meus ossos colocados com os de meus pais, irmãos e parentes, no jazigo da família Marques Lisboa.Como homenagem à Marinha, minha dileta carreira, em que tive a fortuna de servir à minha pátria e prestar alguns serviços à humanidade, peço que sobre a pedra que cobrir minha sepultura se escreva:Aqui jaz o velho marinheiro".


Almirante Joaquim Marques Lisboa

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

ANIVERSÁRIO DO IMPERADOR D. PEDRO II




No dia do aniversário de Imperador D. PEDRO II, S.A.I.R. - Os Príncipes D. Luiz de Orleans e Bragança e D. Bertrand de Orleans e Bragança, estiveram no Rio de Janeiro para a comemoração com uma série de eventos e palestras, tendo em vista manter viva sua memória, bem como reunir os Monarquistas do Círculo Monárquico do Rio de Janeiro.




Na ocasião o Presidente da Associação Comercial e Empresarial de Botafogo - Dr. Marcelo Roberto Ferreira e o Diretor do Hospital Mário Kröeff - Dr. Hiram Silveira Lucas convidaram os príncipes a participarem da Campanha de construção do Hospital da Crianças.