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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

o casamento de Dona Isabel de Orleans e Bragança com o Conde Alexander de Stolberg-Stolberg

Hildegard Angel

Jornal do Brasil






No Rio, a maior revoada de coroados de nossa História!


Vai ser espetacular, com pompas e elegâncias das famílias reais, o casamento no Rio de dona Isabel de Orléans e Bragança e o conde Alexander de Stolberg-Stolberg. Marcado para às 19h30, o Sim acontece dia 16, no Outeiro da Glória, seguindo a tradição dos Orléans e Bragança que só casam lá...

Será a união de duas Casas Reais e por isso mesmo é esperado no Rio um número inédito de membros da realeza e da nobreza européia. Certamente a maior revoada de coroados da História do Brasil! Entre os que já confirmaram a presença, dom Duarte de Bragança, o duque de Bragança, chefe da Casa Real de Portugal; o príncipe Jean d’Orléans, duque de Vêndome e herdeiro do trono francês; os príncipes de Merode, Aremberg, Stolberg, Baviera, Bourbon Parma (entre eles, a sobrinha da rainha Beatrix, da Holanda), boa parte da aristocracia da Bélgica, da Alemanha e de outros países, uauau!...

Agora vou falar um pouco sobre os noivos. A princesa dona Isabel é filha de dona Maria da Graça de Siqueira Carvalho Baère de Araújo e Orléans e Bragança e de dom Fernando Diniz, o sexto filho e o quinto varão de dom Pedro Henrique, de jure (‘pelo direito’, como dizem os nobres) dom Pedro III do Brasil. Isto é: ela é sobrinha de dom Luiz, de jure dom Luiz I do Brasil, atual chefe da Casa Imperial do Brasil...

Dona Isabel formou-se em psicologia na PUC do Rio e é pós-graduada. Hoje trabalha num banco belga, em Bruxelas. E o vestido dela terá grife de Guilherme Guimarães, o estilista de nossas princesas imperiais reais...

Já o conde principesco de Stolberg-Stolberg, Alexander Stolberg, nasceu em Frankfurt e se graduou em economia na Universidade Sueca de São Galo. É mestre em Gestão de Bancos e hoje dirige uma empresa de investimentos. Recebeu educação de um verdadeiro filho de uma alteza ilustríssima, o conde Josef Emanuel Franz de Stolberg-Stolberg, e de sua alteza ilustríssima a condessa Franz, nascida Jacqueline de Florin de Duikinberg, da não titulada nobreza belga. O primeiro ancestral do noivo de que se saiba data de 1200, Heinrich de Stolberg, conde de Voigtstedt...

Atualmente, os condes Stolberg-Stolberg pertencem ao Reino da Saxônia. O chefe da Casa de Stolberg é sua alteza sereníssima o conde Jost-Christian, casado com sua alteza sereníssima a condessa Sylvianne Janssens van der Maelen. E quem vos conta isso tudo, meus amores, é Hildezinha sereníssima, especialista em reis, rainhas, duques, condes, príncipes e correlatos...

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

BECO DO COTOVELO


07/10/2009 - 18:32
Enviado por: Paulo Pacini


JB



Dentre os vários fundadores da cidade do Rio de Janeiro, a Companhia de Jesus destacou-se por sua indústria e arrojo, semeando na terra carioca alguns dos primeiros germens de civilização. Sua Igreja e Colégio, fundados em 1567, representaram por muito tempo a face da cidade nascente, pois, coroando o Morro do Castelo, eram as primeiras obras feitas pelo homem avistadas por quem chegava pelo mar.

A praia ao sopé do morro ficou logo conhecida como porto dos Padres da Companhia, pois se tornou ponto de embarque e desembarque de pessoas e bens rumo ao morro, principalmente para o Colégio. Os jesuítas também abriram uma via que, indo para o interior, comunicava-se com o início da Ladeira do Castelo e a futura rua do Carmo. Foi chamada, à falta de melhor opção, de Caminho para o porto dos Padres da Companhia. Tempos depois, recebia o nome de Beco do Padre Vicente, lá onde havia um oratório dedicado a N. Sª das Brotas. Nova mudança, e o beco passa a ser chamado do Açougue, pois nele surgiu o primeiro estabelecimento deste tipo na região da Misericórdia.











O Cotovelo, uma imagem do passado





O célebre historiador Vieira Fazenda, morador do local, conta que, até meados do século XIX, quando passou a se chamar Beco do Cotovelo, era esta uma rua valorizada, com alguns moradores de distinção. Sempre havia movimento, pois era caminho quase obrigatório para a estação das faluas, as quais, além de levar passageiros para Niterói e Botafogo, traziam diversos materiais, como lenha e cal. No trecho final, junto à rua D. Manuel, ficava o Teatro São Januário, inaugurado em 1834 e onde brilhou o ator João Caetano, dentre outros. Foi nele que, em 1846, aconteceu o primeiro baile de carnaval do Rio. No São Januário também estreou o vaudevile em nossas terras, encenado por uma companhia francesa, animando a pacata vida noturna local, ainda marcada pela modorra colonial.

A decadência da área se acentuou com a transferência da ponte das barcas de Niterói da Praia D. Manuel para a Estação Ferry em 1862, o que reduziu a importância do Cotovelo enquanto acesso ao centro da cidade. A antiga rua desapareceria em meados do século XX, levando o nome de seu mais ilustre morador, Vieira Fazenda, a quem se deve o registro cuidadoso dos fatos ligados a este e outros logradouros, cuja lembrança de sua existência, sem o trabalho do historiador, teria se esvaído em pó, a exemplo do que muitas vezes ocorreu na realidade.





terça-feira, 29 de setembro de 2009

O BAIRRO DOS CAJUEIROS


28/09/2009 - 18:25
Enviado por: Paulo Pacini


JB



Dentre as muitas festas do período colonial, uma a merecer especial destaque era a do Espírito Santo, celebrada durante Pentecostes. O séquito, carregando a bandeira do Divino, com o Imperador à frente, visitava as casas, as abençoava e recebia as contribuições, angariando os fundos tão necessários à Festa do Divino.

A mais importante irmandade do Divino Espírito Santo no Rio se localizava no Bairro dos Cajueiros, assim chamado por conta de sua vegetação nativa, constituída por inúmeras árvores deste tipo. A sede da irmandade ficava ao lado da Igreja de Sant'Ana, na borda do enorme descampado que hoje chamamos indiferentemente de Praça da República ou Campo de Santana, mesmo tendo a Igreja original desaparecido em 1858 com a construção da gare da Estrada de Ferro Pedro II, nossa conhecida Central.


Igreja de Sant'Ana nos Cajueiros, onde seria erguida a gare da Central

O bairro, formado originalmente por várias chácaras, começaria a se transformar após a vinda da Côrte em 1808, pois a necessidade de um novo quartel para as tropas portuguesas levou à desapropriação de terras na região. A nova instalação militar foi a origem do atual Palácio Duque de Caxias, ex-sede do Ministério da Guerra.

Ao longo do século XIX, as antigas propriedades foram sendo loteadas, e novas vias abertas ao tráfego. Destacam-se duas ruas principais, cujos nomes de batismo foram Príncipe dos Cajueiros e Princesa dos Cajueiros, atuais Senador Pompeu e Barão de São Félix. Figuras de destaque do Império moraram no local, como o Visconde de Itaboraí e a Marquesa de Sapucaí, dentre outros. As transformações na urbanização da cidade levaram para outras freguesias os moradores mais distintos, e, paulatinamente, o bairro foi empobrecendo, as nobres casas de outrora se metamorfoseando em imundos cortiços, onde se acotovelavam aqueles que não tinham mais para onde ir.

O século seguinte só fez confirmar esta tendência, e pode se dizer sem exagero que a construção do terminal rodoviário da Central e concomitante comércio ambulante nivelaram a área a um patamar tão baixo que é pouco provável que daí se possa descer. A marginalização, contudo, tem seus efeitos colaterais, sendo um deles a preservação de vários imóveis históricos, pelo desinteresse da especulação imobiliária pelo local. Este antigo bairro deveria ser incluído nos esforços de conservação e revitalização, antes que a maré de decadência desapareça de vez com mais esta bela página do passado.

domingo, 27 de setembro de 2009

Como no tempo de reis e rainhas

Revitalizado, Museu Nacional volta a ser amarelo, a sua cor original







Rio - A fachada e as torres norte e sul do Museu Nacional vão voltar ter a cor da época em que o palácio era a residência da Família Real. A revitalização da frente do prédio, localizado na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, será festejada com nova “inauguração”, nesta quarta-feira. As obras duraram dois anos e custaram R$ 1,2 milhão.









Prédio, na Quinta da Boa Vista, será reinaugurado na quarta-feira


Na restauração da fachada, o rosa deu lugar ao amarelo, o que pode causar estranheza aos visitantes. Mas a arquiteta Paula Van Biene explica como se decidiu retomar a cor original. “Houve uma extensa investigação em documentos, pinturas e livros da época, até concluirmos que esta era a cor certa”, detalha.






O professor e historiador Milton Teixeira tem uma justificativa histórica para o uso do rosa. “No final do século XIX, alguns prédios do Rio de Janeiro foram pintados de rosa. Mas não houve nenhum decreto obrigando o uso dessa cor. Desde então criou-se um mito de que todo prédio público é rosa”, afirma.






O diretor administrativo do museu, Wagner William Martins, explica que o processo integral de recuperação do palácio de três andares, onde também funciona um campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, deve ser longo. “Ainda devemos transferir os cursos e a administração que funcionam aqui dentro para prédios separados para dar mais espaço ao acervo”, conta.






O Museu Nacional abriga o maior acervo científico da América Latina, com 20 milhões de itens, como fósseis de dinossauros, diversos tipos de animais e múmias egípcias. Também foi no edifício que se criou a primeira Constituição do Brasil.





terça-feira, 22 de setembro de 2009

O MORRO DA VIÚVA

O Morro da Viúva




22/09/2009 - 02:04
Enviado por: Paulo Pacini


JB



De sua curta estada no Rio de Janeiro, de 1557 a 58, Jean de Lery nos legou um depoimento extremamente valioso sobre a primitiva terra carioca, seus habitantes e costumes. Os conflitos e discordâncias entre seu grupo e Villegagnon, chefe dos colonos, os forçaram a deixar o forte na pequena ilha, indo se instalar em um lugar chamado "La Briqueterie", enquanto aguardavam transporte para retornar à Europa. Havia sido construída no local uma olaria, supostamente localizada no final da Praia do Flamengo junto a um morro, que teria sido, segundo algumas versões, batizado com o nome de Leripe, a partir daquele de Lery, que lá esteve.


Após a expulsão dos franceses, nos primórdios da colonização portuguesa, a Ordem Beneditina solicitou e recebeu em 1618 uma carta da Câmara concedendo um trecho do Morro do Leripe para a extração de todas pedras necessárias à construção da Igreja de N. Sª de Monserrate e do convento do Morro de São Bento no centro da cidade, obra que só terminaria na década de 1640. Ignorado por muitos anos, o antigo morro teria, no século XIX, seu nome mudado de Leripe para da Viúva, pois D. Joaquina Pereira de Barros, esposa do falecido Joaquim Gomes de Barros, era possuidora de muitas terras no local. Assim foi rebatizado e chegou até nossos dias.




Praia do Flamengo e o desimpedido Morro da Viúva em 1900




Um novo capítulo na história do morro seria escrito em 1863, durante a questão Christie, quando a prepotência de um diplomata inglês levou ao rompimento das relações entre Brasil e Inglaterra, com ameaça de apresamento dos navios brasileiros. Para combater os invasores, uma série de medidas defensivas foram tomadas, incluindo a construção de uma bateria de canhões no Morro da Viúva, a qual, felizmente, nunca chegou a ser usada.




Dez anos depois, o perigo não vinha mais dos mares e sim da terra, com a insuficiência do abastecimento de água. Para enfrentar o problema, foi construída a partir de 1876 uma nova adutora, que ia buscar o precioso líquido a mais de 50km de distância, na represa Rio d'Ouro, na Baixada. Para armazená-la foram construídos novos reservatórios na cidade, dentre eles o do Morro da Viúva, inaugurado em 1878 e funcionando por quase cem anos.




Quase invisível ao nível da rua, oculto pelos prédios ao seu redor, o Morro da Viúva fez parte de alguns dos episódios mais antigos na colonização das Américas e da história brasileira, em que pese sua discrição e quase anonimato.



domingo, 20 de setembro de 2009

BNDES PRESERVA A MEMÓRIA DO BRASIL

19h42



História fundiária é recuperada pelo BNDES



Acervo sobre terras no Rio passa por catalogação




Leia mais: Conheça parte dos documentos que serão restaurados

http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/09/19/veja-lista-dos-documentos-historicos-que-serao-recuperados-pelo-bndes-no-rio-767687620.asp
Catalogação


História fundiária é recuperada pelo BNDES


Publicada em 19/09/2009 às 19h42


O Globo


RIO - Começa a ser salvo da deterioração um tesouro em forma de escrituras, plantas, atas, contratos e outros documentos históricos, que datam a partir do século XVIII, mostra reportagem publicada neste domingo pelo Globo. O volumoso acervo, acomodado improvisadamente em sete mil caixas (que em linha reta somam 980 metros), é alvo de um projeto de recuperação, financiado pelo BNDES. Uma tropa de choque, formada por arquivistas, restauradores e 16 estagiários, já está debruçada sobre o material, que pertence à Superintendência do Patrimônio da União (SPU-RJ), subordinado ao Ministério do Planejamento.







Os documentos vão passar ao longo de um ano por um cuidadoso tratamento técnico: higienização (parte do material apresenta fungos), identificação, catalogação e acondicionamento. A ideia é, após essas etapas, acomodar todo o acervo, que hoje se encontra dividido em dois imóveis do ministério, num único local.






O acervo guarda raridades, como documentos manuscritos, entre 1732 e 1832, como arbitramento de preços, assentamentos, demarcação, doação de terrenos ou venda. Parte deles se refere à região da Lagoa Rodrigo de Freitas e arredores, quando esses terrenos eram chácaras. Há ainda escrituras da compra de imóveis, como o Palácio do Catete (1911) e plantas de prédios públicos, como o Museu de Belas Artes (1937) e a Casa da Moeda (sem data).


19h44m


Conheça parte dos documentos que serão restaurados

http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/09/19/veja-lista-dos-documentos-historicos-que-serao-recuperados-pelo-bndes-no-rio-767687620.asp

Sete mil caixas


Veja a lista dos documentos históricos que serão recuperados pelo BNDES no Rio


Publicada em 19/09/2009 às 19h44m


O Globo


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RIO - O volumoso acervo de documentos históricos, alvo do projeto de recuperação do BNDES, inclui, por exemplo, o arrendamento das chácaras da Lagoa Rodrigo de Freitas e das áreas onde estão hoje Leblon, Ipanema, Gávea e Jardim Botânico, que poderiam ser consideradas as "certidões de nascimento" desse trecho da Zona Sul. Veja a lista deste tesouro em forma de escrituras, plantas, atas e contratos.






Escrituras de imóveis - 1817 a 1920 (1.428 escrituras encadernadas em 24 volumes)


- Aquisição de propriedade localizada na Tijuca para conservar a pureza das águas do Rio Maracanã (1855)


- Construção do Arsenal de Marinha/RJ (1868-1873)


- Acqueduto da Carioca (1878)


- Estrada de Ferro Dom Pedro II (1898)


- Construção da Avenida Central (1904)


- Construção do Cais do Porto (1904)


- Construção do Prédio Sede do Banco do Brasil (atual CCBB)


- Construção do Observatório Nacional (1913-1920) em São Cristovão


- Aquisição do Palacete Itamaraty (1889), incluindo móveis e utensílios domés-ticos com a descrição de cada item.


Processos / Documentos textuais - 1779 - 1941


- Doação de terras a Alberto Santos Dumont - sítio Cabangú entre Estações Rocha Dias e Mantiqueira


- Translado dos autos do inventário da Fazenda Santa Cruz, sequestrada aos denominados Jesuítas - 1779


- Papéis referentes ao Instituto Benjamin Constant - 1872


- Prédio a rua do Catete nº 153 (Palácio Nova Friburgo), comprado ao Conselheiro Francisco de Paula Mayrink para residencia do Presidente da República - 1907


- Edifício da Alfândega - atual Casa França Brasil - 1911


- Companhia Predial e Saneamento do Rio de Janeiro referente ao pagamento de foro do terreno chácara do algodão situada na Lagoa Rodrigo de Freitas - 1925


- Estrada de Ferro do Corcovado - Termo de Entrega e Recibo dos Bens Móveis, Imóveis e demais pertences arrendados - 1925 a 1984


- Requerimento de Dona Lucrezia Maria Petrelli


- sobre a posse das terras da Chácara das Catacumbas sito a margem da Lagoa Rodrigo de Freitas.


Requerimento de José Gomes Duque Estrada p.p. sucessores de Camilo Antonio Lopes Marinho, pedindo que lhe sejam cobrados os arrendamentos em débito e concedida carta de aforamento do lote nº131, denominado Chácara das Catacumbas, da Fazenda da Lagoa Rodrigo de Freitas - 1925


- Construção do Porto de Niterói - 1933


- Instalação do Museu Imperial de Petrópolis - 1939


- Avaliação dos Bens da Lloyd Brasileiro S/A -1939


- Instalação do Porto Zootécnico em Piraí - 1940


- Aquisição de terreno pela Companhia Terrenos Quitandinha em Petrópolis - 1941


Atas


- Comissão Especial Revisora de Títulos - 1941- 1944, nos Municípios de; Piraí, Mangaratiba, Vassouras, Barra Mansa, Sepetiba etc.


- Conselho de Terras da União - 1944 - 1974


Contratos de empréstimos


- Estrada de Ferro Vitória - Minas - Sem Data


- Estrada de Ferro Itapura Corumbá - 1908-22


- Porto do Recife - 1908


- Estrada de Ferro de Goiás - 1909


- Empréstimos do Governo Imperial do Brasil - 1883


Cadastro e tombamento de patrimônios nacionais - 1931


- Levantamento do Morro de São Carlos - Sem Data


- Curato de Santa Cruz - 1929


- Reservatório do Morro de São Bento - 1924


- Caixa D'Água no Morro do Barro Vermelho - 1924


- Palácio Itamaraty - 1939


Título de arrendamento


- Fazenda Nacional de Santa Cruz - 1892-1901


Pareceres SPU


- Comissão de Organização, Instalação e Funcionamento do Ministério das Minas e Energia - 1964


- Levantamento aerofotográfico - 1959


Lagoa Rodrigo de Freitas (documento encadernado), 1732 - 1832, contendo informações sobre:


- Arbitramento de preços, assentamentos, demarcação, desmembramento, doação de terreno, venda etc.


- Escola Normal (anexa ao Jardim Botânico)


- Fábrica de Pólvora


- Capela Nossa Senhora das Cabeça, etc.


Plantas / Prédios públicos no Rio de Janeiro - 1928 - 1945


- Banco do Brasil - Sem Data


- Casa da Moeda - Sem Data


- Vila Operária Portugal - 1903


- Escola Nacional de Belas Artes - 1937


- Departamento Nacional de Estatística - 1932


- Colégio Pedro II - 1942


- Projeto da Vila Operária - 1943


- Ministério da Justiça, Negócios e Interiores - 1934